FC Porto bem tentou, mas eficácia nórdica deu vitória ao Manchester City

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FC Porto e Manchester City mediram forças na primeira jornada da fase de liga única da Liga dos Campeões, no Estádio do Dragão, onde apesar da raça portista, o conjunto da Premier League acabou por ser mais forte e venceu por 0-2, com dois golos de Erling Haaland.

Francesco Farioli foi obrigado a mexer para a partida desta terça-feira, já que não podia contar com Jan Bednarek e Victor Froholdt na ficha de jogo por castigo e lesão, respetivamente.

Para os seus lugares entraram Nehuén Pérez e Alan Varela, com Pablo Rosario a subir no terreno, e a entrada no Estádio do Dragão perante o Manchester City até correu de forma interessante para os adeptos presentes nas bancadas.

Os azuis e brancos fizeram da sua força a intensidade inicial, que os ingleses tiveram alguma dificuldade em superar nos minutos que se seguiram ao pontapé de saída.

Mas essa complexidade inicial durou pouco tempo com o Manchester City, de Enzo Maresca, a perceber os movimentos portistas e acabaram por conseguir conquistar o domínio da posse de bola e do encontro, sendo que a partir de então, só deu City.

Entre Erling Haaland e Antoine Semenyo iam sendo feitas investidas à baliza de Diogo Costa, que teve muito trabalho para completar, já que o internacional português teve três intervenções de extrema dificuldade para manter a baliza a zeros.

Poucos minutos depois, houve mesmo lance para análise do VAR, que nada assinalou, assim como o árbitro da partida. Isto porque Gabri Veiga foi completamente atropelado por Marc Guéhi, que até deu uma cotovelada no jogador espanhol, que ficou com a cara ensanguentada.

Logo a seguir, William Gomes e Gvardiol entraram em despique, já que o croata travou o brasileiro num contra-ataque prometedor para o FC Porto.

O ambiente foi a ferver para os balneários, com muitos assobios à equipa de arbitragem no Estádio do Dragão. Mas os adeptos portistas foram rapidamente silenciados na segunda metade, já que Erling Haaland voltou a tentar marcar, e desta vez conseguiu mesmo bater Diogo Costa, que nada pôde fazer face ao cabeceamento colocadíssimo e contra o seu movimento natural, aos 47 minutos de jogo.

O FC Porto até poderia ter feito uma resposta de imediato, com uma jogada de Pepê a acabar com fora de jogo… e pedidos de grande penalidade, por um abalroamento de Donnarumma contra o brasileiro, mas tendo em conta a sua posição irregular, nada contou para o VAR.

Seguiu-se um período de domínio mais acentuado dos portistas, visto que o Manchester City procurava defender a vantagem sem grande investida no ataque à baliza de Diogo Costa. No entanto, nada surgiu dessa manobra do FC Porto, que viu como melhor chance um remate forte de Alan Varela que passou ao lado da baliza do internacional italiano.

Haaland voltou a marcar em cima dos descontos para fechar o marcador e não demorou a festejar, já que foi o seu 59.º golo marcado em 59 jogos da competição.

Com esta derrota, o FC Porto regressa à Liga dos Campeões com o pé esquerdo, mas com boas bases para construir o futuro nesta competição.

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